Dizem
que o homem é livre, ledo engano, dizem que vivemos em uma sociedade democrata,
pura ironia. O homem nunca foi livre, pois mesmo quando não depende dos outros
para sua subsistência, é conduzido por seus próprios desejos ainda que
limitados. Desejos que o faz imergir na sociedade na busca constante do
ter, possuir, conduzir, compreender ou solucionar. E para que obtenha as
respostas para tudo isso, é necessário que ele esteja enquadrado com a contemporaneidade
exigente. É ai que entra o problema, pois nunca estaremos totalmente preparados,
o que aprendemos hoje, amanhã já estará obsoleto e nada podemos fazer a
respeito, pois a sociedade dita as regras e nós a seguimos ou ficaremos para
traz. Portanto a tristeza, alegria, decepção e dor faz parte da busca.
E aí, o homem é livre?
Somos
guiados por nossos desejos, pois se sentimos fome, sede, saudades, cansaço,
tristeza, etc. faremos algo ou alguma coisa para concretizá-los ou solucioná-los, como já dizia Newton,
toda ação gera uma reação. Claro que
nem todos os nossos desejos são postos em pratica, os nossos pensamentos nunca irão
ser verbalizados completamente, pois correremos o risco de ser taxado de
doidos, egocêntricos, preconceituoso e por ai vai. Se por exemplo, alguém sentisse o
desejo de sair nas ruas vestido como Joana-darc, só
pelo simples desejo de homenagear a sua história não sendo dia de carnaval, com certeza passaria a noite
em uma cadeia ou manicômio, pois a sociedade não aceita irregularidades pessoais.
É
Sra. Arruda Aranha, concordo com você, realmente nossa liberdade é
completamente limitada.
Luciana Miranda
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